INTERCÂMBIO

Intercâmbio: tudo o que você precisa levar em conta na preparação para estudar fora

Publicado em 08/10/2018 , às 16 h58

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O orientador de Educação Internacional da Brasil World Academic, Charles Hodges, presta consultoria no colégio GGE  / Foto: GGE/ Divulgação

O orientador de Educação Internacional da Brasil World Academic, Charles Hodges, presta consultoria no colégio GGE Foto: GGE/ Divulgação

O momento de escolher o que cursar na faculdade é bastante especial para pais e filhos. Além de optar por qual profissão seguir, os adolescentes têm ainda a missão de decidir, dentre as inúmeras opções de faculdades e universidades, qual a melhor para a área que deseja estudar. Para os que querem fazer a graduação fora do Brasil, a preparação é ainda mais intensa.

Estados unidos, Canadá e países europeus, de modo geral, ainda são os destinos preferidos. Mas, além do curso e do País, fatores como custo de vida, o clima e questões culturais, como o “calor humano” mais ou menos intenso, em comparação ao Brasil, devem ser considerados pela família nessa hora.

“Em longo prazo, também é interessante pensar nas perspectivas após o fim do curso, para se ter ideia se aquele País tão desejado tem um mercado interessante para a profissão”, explica Charles Hodges, orientador de Educação Internacional da Brasil World Academic, grupo educacional especializado em preparar jovens para a vida acadêmica no exterior e que tem entre os parceiros instituições como o Colégio GGE.

Antes da esperada viagem, no entanto, é preciso se dedicar ao desempenho da língua falada no País para onde se pretende ir, através de leituras e da prática de conversação. O estudante precisa ficar atento também às notas da escola, já que o sistema de avaliação das instituições de ensino superior mais procuradas é diferente do brasileiro e costuma levar em conta o desempenho do aluno ao longo de todo o ensino médio. Também é interessante turbinar o currículo com atividades extraclasse, o que conta pontos muito positivos.

 “A escola deve oferecer oportunidades para que os estudantes desenvolvam projetos extracurriculares, como trabalhos voluntários ou um clube de xadrez, por exemplo. Tudo aquilo que se faz além do que é exigido pela escola dentro do currículo regular já conta como um diferencial”, detalha Hodges.

Preparação familiar

É importante lembrar que o adolescente não deve ficar preso somente à grade padrão da escola e pode procurar outros projetos extracurriculares que auxiliem na conquista da tão sonhada vaga numa instituição estrangeira. Trabalhos voluntários e sociais, como campanha de coletas de brinquedos para crianças carentes, participação em olimpíadas do conhecimento e até trabalhos de tradução de textos podem ser acrescentados ao currículo.

Já a família pode ajudar na preparação, estimulando o futuro universitário a se cuidar sozinho, colaborando em tarefas da casa, como lavar a louça e aprender a usar a máquina de lavar. O fundamental é procurar abrir novas oportunidades para que o garoto ou garota tome as rédeas da própria vida quando estiver longe de casa. 

“Quanto antes o estudante começar a se preparar, melhor. Cursar faculdade em outro País é uma oportunidade de crescimento ímpar e traz muita maturidade, pessoal e acadêmica, além de abrir o leque de opções quanto ao futuro”, encerra Hodges. 

Para quem ficou animado em passar uma temporada estudando fora do País e deseja receber mais orientações, é só acessar o site do colégio GGE para mais dicas. O conteúdo é especial para alunos a partir do nono ano do Ensino Fundamental. 

 

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