Quimioterapia

Dona de casa fala sobre esperança durante tratamento de câncer de mama

Publicado em 09/10/2017 , às 09 h38

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Roseli contou com o apoio do marido, desde o diagnóstico e durante o tratamento / Foto: reprodução/TV Jornal

Roseli contou com o apoio do marido, desde o diagnóstico e durante o tratamento Foto: reprodução/TV Jornal

A dona de casa Roseli Viana, 48 anos, descobriu que tinha câncer há pouco mais de um ano. Ela sentiu uma dor forte na mama direita e após apalpá-la, identificou um caroço na parte de baixo do seio.

Após realizar exames, recebeu o diagnóstico, ao lado do marido. Câncer elevado, grau 3: a notícia foi um baque para Roseli e toda a família, já que não era possível sequer operar.

Por cerca de cinco meses, a dona de casa, que mora em Caruaru, realizou um tratamento de 18 sessões de quimioterapia no Hospital do Câncer, no Recife. Após o término das sessões, passou por uma cirurgia para a retirada da mama, há um ano.

Na última quinta-feira (5), Roseli esteve novamente no hospital, onde apresentou os resultados de uma ultrassonografia e mamografia. Para sua satisfação, os resultados foram positivos. Ela seguirá realizando acompanhamentos médicos periódicos.



Perguntada sobre o que diria para alguém que acabou de descobrir a doença, Roseli afirma que a paciente tenha fé. "Primeiramente crer em Deus, porque Ele tudo pode. Saber que tem tratamento e que não é o fim. Sempre manter a esperança", afirmou.

Câncer de mama

O câncer de mama é considerado o mais comum entre as mulheres, depois do câncer de pele melanoma. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), este câncer é causado pela multiplicação de células anormais da mama, que formam um tumor. Segundo o Inca, a estimativa para o biênio 2016-2017 é de 57.960 novos casos da doença no Brasil.

A idade é um dos fatores de risco mais importantes para a doença; cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos. Outros fatores de risco são obesidade e sobrepeso após a menopausa, sedentarismo, consumo de bebida alcoólica e exposição frequente a radiações ionizantes (raio-x). Além disso, a doença pode surgir devido a fatores genéticos e hereditários.


PALAVRAS-CHAVE: agreste caruaru interior

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